“Tudo que é sujeito a causação”, disse o Buda a Maitreya- “é como uma miragem, um sonho,a lua vista na água, um eco; nem removível, nem existente por si. E a própria Roda da Lei é descrita nem como ´ela é ` nem como ´ela não é `. E tendo ouvido e recebido esta Lei com alegria, ide agora, felizes para sempre”. (...)
Assim, o Mahayana, “a grande (maha) barca (yana)” , é uma embarcação sobre a qual todos viajam- e, de fato, estão viajando- indo a lugar nenhum, já que todos estão extintos. É um passeio, um festival de júbilo. Ao passo que o Himayana, “a abandonada (hina) barca (yana)" , é uma embarcação diligente relativamente pequena, transportando apenas iogues através do redemoinho que eles desdenham, a caminho de absolutamente nenhum lugar !
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