Cego caminharei sobre granitos de fogo
Descarnado e demente para todos
Mas trovador de trinados
Do negro paraíso do teu rosto
Ou se quiseres, dobra-me.
Tua mão sobre a minha nuca
há de curvar o meu corpo até a cintura
Nos tonéis da pergunta. Hei de saber o fosso
Do nunca compreender. Como tem sido até agora
Sobre mim, esses ventos de areia do teu sopro
Ou aquieta-me. O coração junto ao musgo da pedra
Isento desta busca.
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