Los rios, las cadenas, la cárcel de si mesma (...)
desconheces quase toda tua totalidade, que contornos havia aos quinze anos aos vinte, lá dentro do ventre, que águas, plasma e sangue, que rio te contornava? Que geografia se desenhava no teu rosto, e o rosto daquela que te carregava na barriga, como era ? como te carregava essa que habitavas? Como eras antes que o amor surgisse entre aquelas duas almas, pai-mãe, quando ele era jovem e se perguntava que mulher se deitaria sob seu grande corpo, que fúria de palavras lhe viria à boca, amada, loca, luz que caminhou baça sob as águas, então eras tu? Sabes, às vezes penso que deves ter um homem jovem porque
sim
porque sabes muitas coisas, essas da alma, e um saber demasiado
oscurece el alma
isso mesmo, e porisso talvez alguém de vinte, vinte e cinco, meio diminuído, sensualão
Rimbaud tinha dezenove quando escreveu aquilo é, mas é raro, moçoilos são fracotes no UMM, e então continuando,
um de vinte, vinte e cinco talvez,
duro e vigoroso, um que não sucumba diante do
mosaico intumescido de cores vivas onde desenhas a vida, e num canto lá em cima desse grande mosaico um negrume de vísceras , um desespero só teu, esse negrume teu
que busca
es que busco La Cara, La Oscura Cara
bobagem. então continuando, esse muito jovem há de sorrir diante do teu discurso , te põe de imediato a mão nas tetas e diz teu Deus sou eu, (...), já me encontraste, e se ainda continuares com tuas pretensas justas palavras e tua cara de pedra quando falas na busca, esse muito jovem há de te mostrar já sei. uma bela caceta
isso. e delicado mas firme te faz abrir as pernas e
repete
sei. teu Deus sou eu.
acertaste.(...)
então sabes. escolhe alguém que não te leve a sério, porque
el alma de (...) se oscurece por lo mucho que sabe (...) se eras homem sabias desse turvo no peito, desse grande desconhecimento que de tão grande se parece a sabedoria, de estar presente no mundo sabendo que há um pai eternamente ausente.
(...) teu pai está morrendo, te chama
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